
Vagava por corredores empoeirados de bibliotecas vagabundas, lendo qualquer coisa que caísse às mãos. Lia como quem toma remédio pra curar mudez. Numa leitura carente de pretensão da minha erudição que é pura carência. Com a cabeça na lua dá pra dar jeito na vida, ou ela dá jeito na gente. Desinventar a realidade, rompendo, assim, com a chatice superficial das coisas. Quebrando, enfim, a clausura sufocante das gavetas.
Deu para ouvir o ranger da madeira.
Num nhéc parecido com mordida.
Dessa gaveta sai mais do que poeira.
Espero que seja beeeeeeemmm comprida.
Luza, vc ocupa um grande espaço nesse avesso de gaveta, vc sabe disso.
muy bonito!
Valeu! Adorei as suas ilustrações tb!
Obrigado! A sua também
Jack, vc é uma panqueca mesmo!!!
Sarah, espero que isso seja no bom sentido da palavra… (há um bom sentido?!) =P
Amiga queria te fazer aquele pedido infame que todo mundo faz um dia a um artista – me desenha?
Enfim, senti no texto um alívio da gaveta que está livre de todos os textos que estavam guardados nela e que vamos ler por aqui. Lindo isso!
Seu blog é adorável!
Obrigada!
a circunstristeza da gaveta!
palavrinhas de Guimarães… =D